Se o peixeiro do Astérix cantasse como o bardo, decerto também levaria porrada. E se eu andasse por aí a buzinar assim, também já tinha levado uma sova e era bem feito.
O Peixeiro do Apocalipse cria diariamente novos adeptos do peixe congelado. Principalmente entre os que gostam de ser acordados pelo som dos pardalitos a chilrear nas árvores. (Outubro de 1999 - não publicado)
O primeiro cartoon Cenas do Apocalíptico foi publicado no jornal Linhas de Elvas de 10 de Setembro de 1999.
Desde então, e durante uns 7 meses, as Cenas ilustraram a lóóócura do dia-a-dia elvético, assim como temas regionais, nacionais, transfronteiriçais e internacionais. No entanto, num país dado a acontecimentos da ordem do extraordinário fantastico-fenomenal, quer nos domínios do sagrado ou do profano, a predominância de cartoons do foro luso-paranormal foi inevitável.
Desde então, e durante uns 7 meses, as Cenas ilustraram a lóóócura do dia-a-dia elvético, assim como temas regionais, nacionais, transfronteiriçais e internacionais. No entanto, num país dado a acontecimentos da ordem do extraordinário fantastico-fenomenal, quer nos domínios do sagrado ou do profano, a predominância de cartoons do foro luso-paranormal foi inevitável.
O Peixeiro do Apocalipse
Se o peixeiro do Astérix cantasse como o bardo, decerto também levaria porrada. E se eu andasse por aí a buzinar assim, também já tinha levado uma sova e era bem feito.
O Peixeiro do Apocalipse cria diariamente novos adeptos do peixe congelado. Principalmente entre os que gostam de ser acordados pelo som dos pardalitos a chilrear nas árvores. (Outubro de 1999 - não publicado)
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